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Munícipes questionam obra feita pelo Supermercado Serve bem max com apenas Autorização verbal dada pelo prefeito segundo o Empresário
20/09/2018 10:47 em Notícias Gerais

Um grupo de munícipes de Manduri/São Paulo, está questionando uma obra executada na Rua Rio de Janeiro de fronte ao supermercado serve bem max. O questionamento está voltado para a execussão desta obra que utilizou-se do leito carroçável de um espaço que é do municipio portanto público. Sabe-se que, este serviço foi feito apenas com autorizaçção verbal do Alcaide Municipal sem projeto algum e aporeciação da Câmara municipal.

O jornal da Cidade, recebeu o questionamento e divulgação desta atitude desrespeitosa para com o municipio uma vez que, o interessado é uma empresa privada, e o solo usado é do municipio portanto público e não poderia ter sido feita sem um projeto apresentado pelo empresário, submetido à apreciação do executivo, bem como ao departamento de engenharia de obras publicas do municpio.

Ao que se apurou, todos este pormenores, foram despresados, prevalecendo assim  uma determinçção expressão e verbal do prefeito ao empresario segundo ele disse a nossa reportagem. Por reiteradas vezes, foi perguntado se havia uma autorização expressa da prefeitura para a execussão desta obra e não obtivemos resposta concreta.

Nenhum documento oficial da prefeitura e tão pouco do setor de engenharia desta, foi apresentado. Em entrevista concedida a nossa reportagem, Valter Ferruci empresário disse que, o seu intuíto foi o de buscar uma comodidade aos seus clientes na travessia de uma lado  para o outro em busca de um estacionamento, e que para isto foi preciso romper o canteiro central e fazer uma elevação.

No seu entender, a obra trará beneficios tão somente, visando exclusivamente a acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência e mobilidades reduzidas. O empresário fez questão de afirmar que todos os gastos em torno de quase R$ 8.000,00 [ oito mil reais ] estão sendo de sua responsabilidade.

Valter disse enfaticamnente que, em conversa com o prefeito municipal, este lhe afirmou que poderia fazer e ele iria passar o caso para o setor de engenharia e que, um funcionario encarregado de serviço da prefeitura fora até o local e posteriormente levou o caso ao departamento de obras públicas e tão somente isto, nada por escrito, tudo verbalmente.

Entendem os questionadores que, trata-se de uma obra particular feita de forma a beneficair  a si proprio usando o espaço público sem submeter a aprecição da câmara municipal, merecendo portanto  uma ação no ministério público. Após, ouvirmos sua versão, sabedores de que a engenheira responsavel  pelo departamento passa por momentos delicados de enfermidade [ gestação  ] , prorrogamos um prazo para solicitar dela ou seu departamento um posicionamento.

No dia 17 próximo passado, estivemos  no setor competente e não a encontramos, e sim um estagiário que nos deu a informação de   a movimentação do setor , estava sendo feita entre ele estagiario  que levava a ela os casos  para despachos mas que, neste caso quetionado não tinha nenhuma informação e somente ele para dar estas . Pedimos a ele que, fizesse um contato com ela passando o nosso telefone para um contato e estipulamos  um prazo razoável de três dias para o retorno o que até esta data de 20 de setembro nos foi retornado.

Seria um momento oportuno para que, a prefeitura desse sua versão quanto ao caso em tela, justificando no seu entender até onde vão os seus poderes ou se prevalece somente  a voz do prefeito, afinal o muncipio é do povo. Nesta data estamos tornando público este questionamento  dos municipes que, segundo manisfestação  já proferida a nossa reportagem , irão ao ministério público buscar uma resposta plausivel. Fonte/Fotos RCv Léto Freitas.

 

  

  

 

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